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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Viver para si ou para Deus?

Falando em termos gerais, as vidas dos homens são governadas por uma de duas filosofias fundamentais: viver da maneira que lhe agrada, ou viver da maneira que agrada a Deus. O apóstolo Pedro refere-se indiretamente a esses dois estilos de vida enquanto incentiva o segundo quando diz, “para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (1 Pedro 4:2). Os homens viverão de acordo com um ou outro; para si ou para Deus. Faz-me pensar se contemplo exatamente como o resto da minha vida na carne será vivida. Seria bom se todo mortal considerasse isso.

Como foi notado, nossa maneira de vida é governada pela vontade própria ou pela vontade divina. Isso não quer dizer que sempre somos influenciados exclusivamente por uma e negligenciamos completamente a outra. Homens maus freqüentemente farão algumas coisas boas e homens bons às vezes fazem o mal. No entanto, aquela que governa as nossas vidas é aquela que tem a influência predominante ou decisiva. Como um agente mortal livre, cada homem irá determinar suas próprias prioridades. Ele não tem que ser um servo do pecado! (Romanos 6:16-18) – mas Deus também não o predestina nem o preserva como um servo da justiça. É o que cada homem quer fazer, o que ele quer ser, que determina suas prioridades e os princípios que o governarão.

Da mesma forma, Jesus disse a certos judeus, “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (João 8:44). E, a outros como eles, ele disse: “Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mateus 23:37). Eles fazem como queriam sem respeitar o que agradava ao Senhor. Ao escrever para os santos em Éfeso, Paulo relembra-os de um tempo no qual “também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos...” (Efésios 2:3). Este era o seu estilo de vida, mas havia mudado porque eles haviam mudado. Não era mais a sua vontade “viver segundo as inclinações dos homens, mas segundo a vontade de Deus”. Então os homens podem mudar suas vontades – e fazem isso conforme mudaram as suas mentes pelo arrependimento verdadeiro. O arrependimento é um efeito da fé e a fé vem através de ouvir a palavra de Deus (Romanos 10:17; João 20:31).

Por isso, conforme o homem ouve e aprende a vontade de Deus (João 6:45), ele pode mudar sua própria vontade e, conseqüentemente, seu estilo de vida. Isso é o que Paulo chama de “transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12:2). Todo cristão verdadeiro foi mudado assim. É uma mudança de fé, afetado pela palavra poderosa de Deus (Romanos 1:16) – mais nada pode produzir tal fé e levar a tal mudança. Mas, temos que lembrar que, uma mente mudada, por si só, não significa um relacionamento mudado com Deus. O pecador alienado ainda tem que ter o perdão pelos pecados e isso só é possível através do batismo. Como os pecados são lavados no batismo (Atos 22:16), torna-se um ponto de transição entre o estado perdido e salvo. A partir de tal fé como será expressado no arrependimento e batismo vem a remissão dos pecados (Atos 2:38) e, conseqüentemente, a novidade de vida (Romanos 6:4).


 
Amém.

sábado, 23 de julho de 2011

Convite Especial.


Dia 26 de julho de 2011 (Terça-feira)
19 horas
No Templo em Encruzilhada
Rua Castro Alves 225, Encruzilhada, Recife-PE.

domingo, 17 de julho de 2011

A BENÇÃO DE TER AMIGOS

Amigos são valiosos, uma das maiores bênçãos que um homem pode ter.


Amigos às vezes pode estar mais perto uns dos outros do que aqueles a quem eles estão relacionados por laços de sangue (família física).

O que a Bíblia tem a dizer sobre os amigos?

I. ESCOLHENDO AMIGOS.

A. Devemos buscar genuínos, amigos verdadeiros, em vez de “bons tempos” amigos. “As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre o seu próprio amigo o deixa” Pv 19:4.

B. Devemos estar cientes que os nossos amigos têm influência sobre nós. “Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído” Pv 13:20.

C. Devemos buscar amigos que nos fará pessoas melhores. “Como o ferro com o ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo” Pv 27:17.

D. Devemos evitar aqueles que terão uma influência negativa sobre o nosso caráter. “Não faças amizade com um homem iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e tomes um laço para a tua alma” Pv 22:24-25.

II. PRODUZINDO AMIGOS.

A. As amizades devem ser de natureza recíproca. “O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão” Pv 18:24.

B. Não faça uma “praga” de si mesmo. “Retira o pé da casa do teu próximo, para que não se enfade de ti, e te aborreça” Pv 25:17.

C. Desenvolver uma atitude de perdão em relação aos outros. “O que encobre uma transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão separa os maiores amigos” Pv 17:9.

D. Ajudar os outros nos momentos de necessidade. “Em todo o tempo ama o amigo; e na angustia nasce o irmão” Pv 17:17.

III. PRESERVANDO AS AMIZADES.

A. Não faça fofocas sobre seus amigos. “O homem perverso levanta a contenda, e o difamador separa os maiores amigos” Pv 16:28.

B. Não trair a confiança do seu amigo. “A confiança em um homem desleal em tempo de angústia é como um dente quebrado e um pé deslocado” Pv 25:19.

C. Evite conduta ofensiva. “Como o louco que solta faíscas, flechas, e morte, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira” Pv 26:18-19.

D. Não se envolver em assuntos financeiros do seu amigo. “Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho, enredaste-te com as palavras da tua boca, prendeste-te com as palavras da tua boca” Pv 6:1-2.

CONCLUSÃO:

1. Quando as amizades são devidamente escolhidas, produzidas e preservadas, amigos pode ser uma das mais valiosas de todas as bênçãos que um homem pode ter.

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